quarta-feira, junho 22, 2011

Para minha estrelinha

Querido Raul,
Você veio e se foi, sem me dar tempo de conhecer seu rosto, sua voz. Não pude sentir seu cheirinho, acariciar seus pezinhos macios, te ninar baixinho... Mesmo assim, penso em você todas as noites e com você converso.
Desde muito cedo seu irmão já sentia sua presença e te deu este nome, Raul. Por isso, assim sempre o chamarei, meu filho. Não há nada que respeite mais que a espontaneidade de uma criança...
Desculpe-me se meu corpo incerto não pode aconchegá-lo por tempo suficiente. Meu coração ainda o faz, tenha certeza...
Com todo amor
Mamãe

terça-feira, março 01, 2011

Social Media Saves Valentine's Day | Socialnomics



Às voltas com o estudo das mídias sociais, deparei-me com este canal bacaníssimo no Youtube: Socialnomics. Este vídeo retrata bem a forma como se dão hoje muitas de nossas interações com o mundo e com os outros. Tudo muito prático. E efêmero...
Sou uma entusiasta das mídias sociais, vide este blog lançado em 2005 (!!!). Mas, faz pensar...
Beijo, me segue!

domingo, junho 27, 2010

Amizade

"Não abuse demais da bondade e da amizade de uma amigo - assim a amizade é contínua."
Provérbio Chinês

terça-feira, abril 06, 2010

Internet: meio vitrine, meio vidraça

Com a crescente disputa pela atenção dos consumidores e freqüentes questionamentos sobre a credibilidade do que é postulado sobre as marcas nas formas convencionais de propaganda, um meio tem ganhado importância nas táticas de comunicação: a internet.

Vivemos a sociedade da informação. E sem dúvida também a sociedade da propaganda. Diariamente somos impactados por dezenas, centenas de mensagens de anunciantes e produtos buscando apresentar e provar suas virtudes e, assim, conquistar e manter consumidores. Contraditoriamente, em um ambiente de saturação de estímulos a compreensão e o registro pelo consumidor do que é dito nas campanhas publicitárias se torna mais difícil. Os excessos - em quantidade e qualidade – muitas vezes levam o freguês a desconfiar da oferta. Quando a esmola é demais o santo desconfia, não é? Pois bem. Não raro os consumidores desconfiam da propaganda e buscam apoiar suas decisões de compra em experiências e indicações de conhecidos, no que dizem especialistas, em fontes mais “confiáveis” de informação.
O consumidor está cada vez mais participativo, informado e autor de conteúdos midiáticos. E isto graças, sobretudo, à internet, este jovem meio de comunicação, que tem se reinventado e se transformado ao gosto dos usuários. No início, quem navegava pela rede o fazia como mero visitante ou pesquisador. A tal interatividade se dava no máximo com um cliquezinho em resposta a uma enquete aqui, no envio de e-mail ao SAC da empresa ali, e situações do gênero. Agora são outros quinhentos. Ou melhor, são outros dois. Dois ponto zero. A atual versão da rede ganhou o nome de Web 2.0 para marcar uma nova fase, a das mídias sociais. Os internautas se encontram em redes como Orkut, Facebook e congêneres, onde ao participarem das chamadas comunidades, assumem gostos comuns e dividem opiniões acerca de infinitos temas. Publicam blogs próprios ou comentam os alheios, seguem e são seguidos no Twitter. Postam fotos e vídeos nos flogs e vlogs. Isso tudo sem edição, sem controle, exercitando de forma nunca dantes vista a tão aclamada liberdade de opinião. Em resumo, com o advento de ferramentas de interação de conteúdo, a internet foi transformada em um ambiente de colaboração, em que de forma simples, sem dispor de grande expertise ou ferramental, todos podem ser autores, comentar concordando ou rechaçando o que é dito por outros. Inclusive sobre marcas, produtos e anunciantes.
Pesquisar a opinião de outros internautas acerca de produtos e serviços, visitar o site da empresa para avaliar os detalhes e diferenciais de um produto (sobretudo os de alto valor agregado como carros, computadores, eletrodomésticos e móveis, por exemplo), fazer uma pesquisa nos sites de busca e fóruns virtuais para averiguar indícios sobre a credibilidade de um fornecedor, todas estas são práticas cada vez mais usuais dentro do processo de compra do consumidor moderno.
Por tudo isso, a internet tem se mostrado terreno fértil para a construção (ou destruição!) de marcas. Se hoje o consumidor tende a confiar mais no que diz o vizinho (de casa ou de blog!) sobre uma marca ou produto do que na propaganda em si, a lógica diz que os anunciantes devam buscar com que, neste caldeirão fervilhante de opiniões que é a rede, fale-se bem de suas marcas e produtos. Mas, como fazer isso? Usando as ferramentas disponíveis para interagir de forma inteligente, direta e próxima com os internautas-autores-consumidores, claro. Criando e “patrocinando” blogs, miniblogs, sites e afins com conteúdos relevantes, em informação ou entretenimento, gerando empatia e credibilidade em relação à empresa, suas marcas e seus produtos, também.
No entanto, os esforços possíveis e indicados no mundo virtual de nada valerão se a empresa não atuar com transparência e ética, construindo marcas edificadas sobre valores que possam ser espontaneamente ventilados e confirmados na web. A internet é capaz de expor e corroborar as virtudes e os vícios do mundo real. Vitrine ou vidraça, cabe à empresa cuidar para que suas marcas estejam sempre prontas à exposição e à interação com seus consumidores. A qualquer hora e em qualquer lugar.

Texto escrito a quatro mãos com a sócia-amiga-confidente Juliana Santicioli, publicado na Revista Alto Estilo São Carlos e no blog

sexta-feira, março 26, 2010

Pensamento controverso




... na dúvida, prefiro inocentar um culpado a culpar um inocente.


segunda-feira, março 22, 2010

Tudo no lugar!

Decidi que este semestre vou colocar a casa em ordem. Sim, nos dois sentidos! Comecei janeiro baixando roupas e cacarecos de armários e atualizando parte do material das disciplinas que leciono. Continuo na minha cruzada pela lei e pela ordem domésticas...



Semana passada tive a nova estante do escritório instalada. Meu notebook agradece pela vista renovada, muito mais agradável!

Dizem que organizar o exterior é na verdade uma tentativa de diminuir o caos que levamos dentro de nós. Acredito que um pouco de caos seja necessário para movimentar a vida e as idéias, mas o excesso trava e reduz as energias. E a idéia de todo meu esforço é justamente me livrar do excesso, pra ter mais tempo, inclusive, para blogar. Causa nobre e justa, não?

sábado, outubro 03, 2009

Blogar e desblogar

Estava dando uma volta pela blogosfera, num raro e luxuoso momento de ócio (criativo!). Reli alguns textos do Sarau (às vezes faço isso pra me "reencontrar comigo mesma"...), passeei por novos endereços, revisitei velhos amigos virtuais. Terminei meu tour pensando em como há gente diferente e interessante nesse mundo. E como alguns sabem concatenar os pensamentos. Quer ver? Dá uma passadinha no Tensa Intensa da Simone Schuck. Ela tem exatamente metade de minha idade (quer dizer, quase metade, pois ainda não cheguei nos 34, faltam exatos dois meses...) e já escreve com tanta maturidade e certeza sobre tantos assuntos. Andei discordando dela por lá, by the way...
E a Ana Carmen Foschini? Quero escrever como ela quando eu crescer! E por favor Ana, não desblogue. Blogueira-mãe, mãe-blogueira posta menos mesmo. Faz parte. Aproveitando o assunto desblogar (adorei o verbo, gosto destas invenções pós-moderno-midiáticas... rs), também já pensei no assunto, mas conclui que não tendo assumido compromisso com ninguém sobre quanto e como escrevo (ou posto!), vou aparecendo por aqui quando posso e me dá na veneta. Já se vão quase 4 anos de Sarau Balzac (dia 21 de novembro é o aniversário deste meu filhotinho). Quero chegar aos 10 aqui e aos 40 na vida assim, livre e respeitando meu tempo. Blogando e vivendo sem pressa.

quarta-feira, agosto 19, 2009

Vírus da felicidade


Não, não estou falando daquele vírus que anda famoso e povoando das manchetes aos papos de boteco... Falo das felizes ações de marketing viral mencionadas hoje em nota do Meio & Mensagem Online, sobre o sucesso de recentes vídeos britânicos.
Vale a pena conferir Evian Roller Babies, The T-Mobile, CadBurry Eyebrows e Extreme Sheep LED Art para Samsumg.
Já bem alguém disse, rir é o melhor remédio.
PS: Atchim!

quarta-feira, julho 15, 2009

Seja breve...



Estou breve. Ando mais twittando que blogando ultimamente.
Em época de pouco tempo, serve como uma luva para me manter on line.
Logo-logo volto a postar no Sarau. Com mais delonga.
Por hora, encontre-me lá: http://twitter.com/amrarthur.

domingo, maio 17, 2009

E no mês das mães...



Conversación entre amigas


Nos juntamos para almorzar cuando mi amiga me comenta que ella y su pareja
están pensando en tener familia.

Estamos haciendo una encuesta, - me dice medio en broma. - ¿Crees que
deberíamos tener un bebé?

Te cambiará la vida, - le contesto intentando que mi voz suene neutral.
Sí, ya sé, - me dice, - ya no podremos dormir hasta tarde los fines de
semana, ya no tendremos vacaciones espontáneas...

Pero eso no era lo que yo pensaba. Miro a mi amiga intentando decidir qué
decirle. Quiero que ella sepa todo lo que no aprenderá en los cursos de
preparto, quiero que sepa que las marcas físicas que dejará el embarazo
sanarán, pero que convertirse en madre le dejará una marca emocional tan
profunda que la hará vulnerable para el resto de su vida.

Pienso en advertirle que nunca más leerá un periódico sin pensar "podría
haber sido MI hijo". Que cada vez que se entere de la caída de un avión, de
un incendio se sentirá perseguida. Que cuando vea fotos de niños
hambrientos, se preguntará si puede haber algo peor que ver a un hijo morir.

Miro sus uñas perfectamente arregladas y su ropa impecable y
pienso que sin importar lo sofisticada que sea, convertirse en madre la
reducirá al nivel tan primitivo de una osa protegiendo a su cría. Que una
llamada urgente: ¡Mamá!, la hará dejar caer un souffle o su mejor
cristalería sin pensarlo dos veces.

Siento que debería prevenirla que ya no importarán los años que haya
invertido en su carrera, que su profesión pasará a segundo plano por la
maternidad.
Que podrá arreglar para que su hijo esté bien cuidado mientras
trabaja, pero un día, entrando a una importante junta de negocios, creerá
oler el dulce aroma de su bebé, y que deberá utilizar cada milímetro de
autodisciplina para no salir corriendo a su casa, sólo para asegurarse que
su bebé está bien.

Quiero que mi amiga sepa que las decisiones de todos los días ya no serán
una rutina. Que el deseo de un niño de 5 años de entrar al baño de hombres
en Mc Donald's se convertirá en un dilema mayor. Que en ese momento, entre
el ruido a bandejas y los gritos de los niños, sopesará importantes
argumentos acerca de la limitación de la independencia de su pequeño y la
posibilidad de que un depravado se pueda esconder en ese baño al que ella no
podrá entrar. Que sin importar lo decidida que sea en la oficina,
cuestionará todas las decisiones que tome con respecto a su hijo.

Mirando a mi atractiva amiga, quiero asegurarle que aunque pierda los kilos
de más que le deje el embarazo, jamás se sentirá igual acerca de sí misma.
Que su vida, tan importante ahora, pasará a segundo plano cuando tenga a su
hijo. Que no dudaría en dar la vida por él sin meditarlo un instante, sin
embargo deseará vivir más años, no para cumplir sus propios sueños, sino
para ver a su hijo cumplir los suyos. Quiero explicarle que la cicatriz de
la cesárea y las estrías se convertirán en medallas de honor.

La relación de mi amiga con su marido cambiará, pero no de la manera que
ella cree. Quisiera que ella entendiera cuanto más se puede amar a un hombre
que se levanta por las noches a acunar a su hijo y que siempre está
dispuesto a jugar con él. Creo que debería saber que se enamorará de él otra
vez, por razones que ahora encontraría muy poco románticas.

Quisiera que mi amiga pudiera saber lo identificada que se va a sentir con
otras mujeres que a través de la historia han intentado detener una guerra,
los prejuicios o choferes alcoholizados. Quisiera que entendiera porque yo
puedo ser muy racional acerca de muchos temas, pero me vuelvo temporalmente
irracional cuando discuto el peligro que significa una guerra nuclear en el
futuro de mis hijos.

Quisiera describirle a mi amiga la exaltación de ver a su hijo aprender a
andar en bicicleta. Quisiera poder reproducirle esa risa contagiosa que
escapa del alma del bebé cuando toca la suave piel de un gato o un perro por
primera vez. Quisiera que saboreara esa felicidad al abrazarlo que es tan
real, que duele. La mirada intrigada de mi amiga me hace comprender que los
ojos se me han llenado de lágrimas.

Nunca te arrepentirás, - le digo al fin, tomándole la mano y ofrezco una
plegaria silenciosa por ella, y por mí, y por todas aquellas mujeres
meramente mortales que se enfrentan a los tropiezos de la maravillosa
experiencia llamada maternidad.


Autor desconhecido. 

Publicado  em espanhol como recebido da professora e amiga Valéria Dominato. 

Gracias! Me gustó muchísimo!

terça-feira, abril 21, 2009

Merece um post

Feriadão... 
Uma linda tarde de sol...
Amigos...
Família...
Natureza...
Comida booooa...
Bom curtir um dia todinho num lugar novo, com gente querida (e animada!) por perto. E chegar no fim do dia com aquele cansaço bom. Assim foi o passeio de hoje à Fazenda Santa Maria, no Monjolinho aqui em São Carlos, SP. Boa pedida da Cassandra, prima-amiga que decididamente sabe fazer um dia virar um festa. Valeu! 


Os grandões Ivan e Marcelo com os pequenos Théo e Pedro.

Théo e eu na entrada da casa grande da fazenda onde hoje funciona um museu.
Théo no gramado em frente à casa grande, feliz da vida com tanto espaço pra correr.
Juliana e Malu, no restaurante rústico da fazenda.
Cassandra moendo o café para tomarmos depois do almoço.





domingo, abril 05, 2009

Girando o caleidoscópio



Certa vez disse a um amor de verão, titubiante pela expectativa da curta duração do romance: "Vale pelos momentos que teremos para lembrar pelo resto de nossos vidas." Isso foi ha dez anos (putz!), logo a recordação ficou e posso dizer que lembro com carinho e satisfeita desta passagem de minha vida.

Nesta semana meu filhote conheceu o mar. Entenderam-se muitíssimo bem! Quanta alegria do Théo ao ver aquele montão de areia e de água para ser explorado... Mais um momento para a lista das doces memórias. E esse certamente vai para o topo dela.


PS: O título vai em agradecimento à Udi pela citação no Prozac Café. Merci, mon amie.

terça-feira, março 10, 2009

Dieta Fácil




Fazer dieta é muito fácil. 
É só cortar o açúcar,  o chocolate, as frituras, as massas, os molhos, as bebidas alcoólicas, os pães, as sobremesas, os biscoitos...
... e os pulsos.

PS: Post dedicado à querida Valéria Dominato ("A barriga deve ficar uma rÔcha!", com seu sotaque espanhol...), minha professora de Pilates, e à Dra. Marlene Maeda ("Combinado?", com seu equilíbrio oriental), minha nutricionista. Depois dos 30, meu bem, a gente tem que se cuidar... 
Ah! E também à amiga Pilar Valdivieso que me enviou este textinho por e-mail.

segunda-feira, março 02, 2009

Publicidade: um bem necessário

Blogs são espaços nos quais manifestamos sentimentos e opiniões sobre assuntos ora prosaicos, ora polêmicos. Neste post, vou logo avisando: caminho em terreno minado.

Tenho lido com alguma freqüência notas no Meio e Mensagem Online sobre os trabalhos de algumas organizações cuja principal bandeira é a defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes no que diz respeito às relações de consumo. Em outras palavras, pregam ações contra tudo que possa levar os pequenos e os púberes ao consumo excessivo, ao dito consumismo. Notícia publicada esta semana no site diz que uma destas organizações, a Instituição ALANA, apresentou denúncia ao Ministério Público contra a Maurício de Souza Produções pedindo o fim da publicidade nas revistas em quadrinhos.

Em primeiríssimo lugar, respeito e creio serem necessárias e saudáveis iniciativas “fiscalizadoras” para evitar excessos, manter e incentivar o debate sobre estas e outras questões. Mas...  Manifestações que pregam soluções sem consenso, sem meio termo, e em certa medida ignorando parte dos fatos, sempre me soam utópicas, descoladas da realidade. E, desde o me ponto de vista, tendem a ser ineficazes.

Sobre este assunto em particular e antes que as pedras sejam atiradas, parece sensato avaliar em que medida se participa e se depende desta sociedade que tem o consumo como uma de suas principais forças motrizes.

Fato é que grande parte da cultura que fruímos é patrocinada pela publicidade. No caso dos quadrinhos da Turma da Mônica - que tanto incentivamos nossos pequenos a lerem como um primeiro e prazeroso contato com o fascinante mundo da leitura... - certamente só preço de banca não “paga” o trabalho e os insumos empregados para colocá-los em circulação. E isso acontece com grande parte dos conteúdos de informação e entretenimento gerados mundo afora. São no fim das contas patrocinados pela publicidade.

Como publicitária, acredito que a publicidade tem sim poder de influenciar (não de determinar!) condutas de consumo. Nas aulas que leciono no curso de graduação em Publicidade e Propaganda da Unicep, procuro sempre trocar figurinhas com meus alunos, provocando-os a pensar sobre a importância de exercermos nossa profissão em suas várias frentes e facetas de forma ética e técnica, em resumo, de fazer a boa publicidade que informa, envolve e diverte, ignorando o rótulo de “malvados, cruéis e insensíveis” que muitas vezes recebemos.

Para concluir, a experiência tem mostrado que mais proveitoso e adequado sempre acaba sendo quando os anunciantes, os publicitários e as organizações que se prestam às críticas trabalham em conjunto, buscando um ponto de equilíbrio. No caso em questão e desde o meu ponto de vista, mais eficiente é educar para o consumo responsável, valorizar a boa publicidade, premiar veículos de comunicação que mantêm políticas comerciais atentas e restritivas a abusos de qualquer natureza. Em resumo, manter o diálogo. Pois, é conversando que a gente se entende!

segunda-feira, fevereiro 09, 2009

Mostre a língua para a crise

Recebi este texto de meu pai, via e-mail. Como ele não é lá de enviar qualquer coisa, senti que valia a pena ler. Uma interessante leitura do velho Einstein sobre a crise, mais uma vez provando que na vida quase tudo é relativo.


A crise segundo Einstein

"Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor bênção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar "superado".
Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la"

Albert Einstein

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Boas festas!

Caros Amigos,

Neste ano, minha mensagem de boas festas vem em forma de agradecimento. Ao final do 2008 concluo ser este o sentimento que melhor o resume.

Por isso, gostaria de dizer meu sincero obrigada às pessoas que estiveram ou se fizeram presentes neste período que foi a um só tempo de descobertas, desafios e de muitas, muitas alegrias.

O primeiro ano como mãe do primeiro filho é uma viagem prazerosíssima, mas também exaustiva e um tanto imponderável. E é aí que contar com os conselhos, a ajuda e a paciência dos amigos e familiares se torna esteio, fundamento, necessidade.

Assim, digo "muito obrigada":
ao Théo que revolucionou minha vida e a encheu de significado...
ao Ivan, que neste ano mais do que nunca foi minha outra metade, compartilhando cada momento, cada dúvida, cada alegria...
aos meus pais, sempre tão disponíveis e carinhosos, indo e vindo, telefonando diariamente, ninando a filha e o neto...
à Clá, que vestiu a camisa de madrinha, deu aquele "help" e aquele "alô amigo" nos momentos mais oportunos...
à Nena, que mesmo em um ano muito conturbado, de PGE, formatura, trabalho intenso, reservou tempo e energia pra nos ver e visitar...
aos meus sogros e ao Rodrigo por nos receberem sempre com tanta fartura de sorrisos, carinho e deliciosos quitutes (hummm!)...
à super Miriam, incansável e fiel escudeira, que cuidou de nós com tanta atenção e dedicação e que ensinou muito do que aprendeu com seus quatro filhos para esta mãe de primeira viagem...
à Juliana, sócia-amiga-confidente, pela paciência nos meus momentos de "crise existencial profunda", por tornar o trabalho mais leve, as tardes cheias de riso e, claro, pelas preciosas dicas da super mãe que é...
à Cassandra e aos amigos da Mansão Foster, pela amizade e o enorme carinho, "por não desistirem de nós" (hehehe) apesar das ausências...
aos compadres Claudia, Marcelo, Renata, Marcio, Fran e Broio, pelas visitas, encontros, papos, e-mails e compreensão quando não chegamos em tempo para um certo casamento por culpa de um cachorro atrapalhado...
à T'Inez, que ajudou muito na chegada do Théo e seguiu acompanhando tudo "de pertinho", sempre atenciosa e se fazendo presente...
às primas Isabel e Fernanda que também se fizeram presentes nos e-mails, nas mensagens, na luta por um ingresso pro show da Madonna (YES!), nas roupas bacaníssimas que o Théo herdou do Gabriel (tnks!)...
às superamigas Li, Lu, Claire e Ritinha, por todos os momentos compartilhados apesar da distância e pela cumplicidade de sempre (love you, chuchu!)
às "amigaspira", que muito me fizeram rir com as histórias impagáveis dessa turma e pelo encontro memorável deste ano (foi bom demais!)...
às amigas de berço Dani, Mari e Fê, por serem infalíveis e sempre prestigiarem os eventos importantes da nossa vida...
aos amigos blogueiros, pelo carinho, pelos posts e comentários neste ano em que fui muito pouco assídua ao mundo virtual...
e a todos os amigos, familiares, compadres e colegas que de perto ou de longe fizeram de 2008 um ano inesquecível. Valeu!

Um beijo enorme em todos e em suas famílias!
Que 2009 venha cheio de boas surpresas, realizações pessoais e profissionais.

Merci beaucoup!!!
Amanda

terça-feira, setembro 30, 2008

Álbum de família


Inspirada pela Anne, compartilho este momento do meu pequeno Théo. Neste domingo, em visita ao Parque Damha aqui em São Carlos, onde ele se deliciou vendo pavões, avestruzes e poneys. E nós, nos derretemos com cada gesto e sorriso seu.

segunda-feira, setembro 01, 2008

Tempo


Tempo jóia rara
Bem infinito e etéreo
A um só tempo

Uns o multiplicam
Com malícia quântica
Outros o perseguem
Com avidez insana

Todos o querem
O desejam sempre e mais
Eu o conto muito
Pouco o guardo

Tempo
Oras, vai?
Horas vão

domingo, julho 13, 2008

O menino e a guerra



Estava lá no quarto da minhã irmã dando sopa. Resolvi sequestrá-lo. Devorei-o nas madrugadas. Um pouco à lá "A Vida é Bela", romântico, inocente, despretencioso, fui descobrindo "The Boy in the Striped Pajamas", John Boyne. Narração sob a ótica de um pequeno menino de 9 anos, alemão, filho de um comandante do exército nazista. Com a família, o garoto é levado a viver junto aos comandos de um campo de concentração e lá tenta entender o que acontece à sua volta. De forma sutil e doce, nos faz refletir sobre a segunda grande guerra, sobre guerras de então e de agora, sobre suas motivações. Estas certamente pequenas, diminutas, quase invisíveis. Para quem gosta do tema e de praticar o inglês com um vocabulário bastante simples (e antes que vire filme!), recomendo.

terça-feira, julho 01, 2008

Alegre mundo insano


"Cliente dispara contra gerente de um restaurante porque queria mais molho."

"Família que teve casa invadida por cadáver receberá R$ 35 mil."

"Mãe corta mesada de italiano de 61 anos e chama a polícia."

"Nepalês decepa sua própria mão para oferecer a deusa."

Adoro ler de tudo. Nos últimos meses, por absoluta falta de tempo, acabei alimentando este hábito com textos curtos, notícias breves, artigos enxutos. E acabei desenvolvendo um outro hábito. O de colecionar notícias pitorescas, algumas bizarras, que dão provas da loucura (ou diversão!) que é viver neste nosso mundo insano. É... Como alguém já bem disse, "de perto ninguém é normal". Aliás, curiosamente, esta máxima poderia substituir qualquer uma das manchetes anteriores. Não?!