Adoro as festas de fim de ano! Fico completamente absorvida por elas. Note-se o tempão que não passo por aqui. Estava perdida em meio às listas de presentes e compras, entre cardápios e receitas, organizando a agenda para que coubessem todos os encontros de família e com os amigos.
Por outro lado, tenho que admitir: a época me impõe pequenos desgastes “emocionais” ou de paciência. Incomodam-me, por exemplo, os cumprimentos distribuídos aleatoriamente por atendentes de loja, frentistas, caixas, cobradores de pedágio e outros, à la Blockbuster, com aquele sorrisinho frouxo ao final. Sinto sempre uma pontinha de indignação saindo junto com cada resposta “educada” que dou. Já receber um cartão, e-mail, telefonema, SMS ou o que seja de um amigo compensa todos esses momentos de stress. Daqueles que não vejo há tempos, então... Melhor ainda!
Gosto muito de presentear. Sou a típica sócia do Papai Noel e o ajudo com muito prazer. Durante o ano, costumo registrar os pequenos desejos revelados por meus futuros presenteados para oferecer algo que realmente agrade. Porém, confesso, sou tomada por certo pânico no momento da troca de presentes. Não consigo disfarçar meu desapontamento ao ganhar algo que não me apetece. E o pior: sou bem difícil de agradar. Chata mesmo! Para me recompor daqueles pequenos traumas, procuro me satisfazer com meus acertos e com a fama de boa presenteadora. É... Isso é bacana e me envaidece, não posso negar. E não pensem que os presentes são caros ou sofisticados. Pelo contrário. Mas, escolhidos a dedo. Afinal, presentear é uma arte, como já dizia algum slogan por aí.
Também sou fã dos pratos típicos de fim de ano. Entre os preferidos está a Salada Grã-fina da minha mãe, a começar pelo nome pitoresco. Só ouço essa palavra, grã-fina, uma vez ao ano e adjetivando a tal salada. Chester e farofa completam o menu básico. Mas, quer uma coisa que me chateia? Gente separando os ingredientes de que não gosta na borda do prato. Ô, coisa irritante! E quando eu preparei o prato, então... Dá vontade de dizer umas verdades! Não que todos sejam obrigados a gostar de tudo, mas...
À exceção destes pequenos detalhes, o ritual todo me agrada. Seja ele importado, com Papai Noel vindo do Pólo Norte ao invés de da Amazônia, com árvore de bolas vermelhas imitando maçãs, no lugar de amarelas que seriam mangas ou laranjas. No 31 de dezembro, vestimos o branco, pulamos as sete ondinhas ou guardamos as sementinhas de romã ou o que quer que seja. O que importa, na verdade e no fim das contas, não é a forma, mas o clima. E no caso da passagem de ano, a chance de despertar, que é de onde vem a palavra Réveillon, do verbo réveiller, em francês, acordar, despertar. Despertar não só para um novo dia, mas para todo um novo ano.
Então, não posso desejar nada mais óbvio a todos que um Feliz Despertar para 2007!
quarta-feira, dezembro 27, 2006
quarta-feira, dezembro 13, 2006
Homeopatia IV - em dose dupla
"Cada uno da lo que recibe
y luego recibe lo que da
Nada es más simple
No hay otra norma:
nada se pierde,
todo se trasforma"
Jorge Drexler, cantor e compositor uruguaio
e...
"Nós somos a soma de nossas decisões."
Wood Allen, ator, diretor e roteirista americano
y luego recibe lo que da
Nada es más simple
No hay otra norma:
nada se pierde,
todo se trasforma"
Jorge Drexler, cantor e compositor uruguaio

"Nós somos a soma de nossas decisões."
Wood Allen, ator, diretor e roteirista americano
sábado, dezembro 02, 2006
O Marketing depois de amanhã

A apresentação resumiu o conteúdo do recém lançado livro “O Marketing depois de amanhã”, de autoria do próprio Ricardo Cavallini. Para quem gosta de futurologia pé no chão, recomendo. E para uma degustação visite http://www.depoisdeamanha.com.br/.
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