segunda-feira, março 02, 2009

Publicidade: um bem necessário

Blogs são espaços nos quais manifestamos sentimentos e opiniões sobre assuntos ora prosaicos, ora polêmicos. Neste post, vou logo avisando: caminho em terreno minado.

Tenho lido com alguma freqüência notas no Meio e Mensagem Online sobre os trabalhos de algumas organizações cuja principal bandeira é a defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes no que diz respeito às relações de consumo. Em outras palavras, pregam ações contra tudo que possa levar os pequenos e os púberes ao consumo excessivo, ao dito consumismo. Notícia publicada esta semana no site diz que uma destas organizações, a Instituição ALANA, apresentou denúncia ao Ministério Público contra a Maurício de Souza Produções pedindo o fim da publicidade nas revistas em quadrinhos.

Em primeiríssimo lugar, respeito e creio serem necessárias e saudáveis iniciativas “fiscalizadoras” para evitar excessos, manter e incentivar o debate sobre estas e outras questões. Mas...  Manifestações que pregam soluções sem consenso, sem meio termo, e em certa medida ignorando parte dos fatos, sempre me soam utópicas, descoladas da realidade. E, desde o me ponto de vista, tendem a ser ineficazes.

Sobre este assunto em particular e antes que as pedras sejam atiradas, parece sensato avaliar em que medida se participa e se depende desta sociedade que tem o consumo como uma de suas principais forças motrizes.

Fato é que grande parte da cultura que fruímos é patrocinada pela publicidade. No caso dos quadrinhos da Turma da Mônica - que tanto incentivamos nossos pequenos a lerem como um primeiro e prazeroso contato com o fascinante mundo da leitura... - certamente só preço de banca não “paga” o trabalho e os insumos empregados para colocá-los em circulação. E isso acontece com grande parte dos conteúdos de informação e entretenimento gerados mundo afora. São no fim das contas patrocinados pela publicidade.

Como publicitária, acredito que a publicidade tem sim poder de influenciar (não de determinar!) condutas de consumo. Nas aulas que leciono no curso de graduação em Publicidade e Propaganda da Unicep, procuro sempre trocar figurinhas com meus alunos, provocando-os a pensar sobre a importância de exercermos nossa profissão em suas várias frentes e facetas de forma ética e técnica, em resumo, de fazer a boa publicidade que informa, envolve e diverte, ignorando o rótulo de “malvados, cruéis e insensíveis” que muitas vezes recebemos.

Para concluir, a experiência tem mostrado que mais proveitoso e adequado sempre acaba sendo quando os anunciantes, os publicitários e as organizações que se prestam às críticas trabalham em conjunto, buscando um ponto de equilíbrio. No caso em questão e desde o meu ponto de vista, mais eficiente é educar para o consumo responsável, valorizar a boa publicidade, premiar veículos de comunicação que mantêm políticas comerciais atentas e restritivas a abusos de qualquer natureza. Em resumo, manter o diálogo. Pois, é conversando que a gente se entende!

segunda-feira, fevereiro 09, 2009

Mostre a língua para a crise

Recebi este texto de meu pai, via e-mail. Como ele não é lá de enviar qualquer coisa, senti que valia a pena ler. Uma interessante leitura do velho Einstein sobre a crise, mais uma vez provando que na vida quase tudo é relativo.


A crise segundo Einstein

"Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor bênção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar "superado".
Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la"

Albert Einstein

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Boas festas!

Caros Amigos,

Neste ano, minha mensagem de boas festas vem em forma de agradecimento. Ao final do 2008 concluo ser este o sentimento que melhor o resume.

Por isso, gostaria de dizer meu sincero obrigada às pessoas que estiveram ou se fizeram presentes neste período que foi a um só tempo de descobertas, desafios e de muitas, muitas alegrias.

O primeiro ano como mãe do primeiro filho é uma viagem prazerosíssima, mas também exaustiva e um tanto imponderável. E é aí que contar com os conselhos, a ajuda e a paciência dos amigos e familiares se torna esteio, fundamento, necessidade.

Assim, digo "muito obrigada":
ao Théo que revolucionou minha vida e a encheu de significado...
ao Ivan, que neste ano mais do que nunca foi minha outra metade, compartilhando cada momento, cada dúvida, cada alegria...
aos meus pais, sempre tão disponíveis e carinhosos, indo e vindo, telefonando diariamente, ninando a filha e o neto...
à Clá, que vestiu a camisa de madrinha, deu aquele "help" e aquele "alô amigo" nos momentos mais oportunos...
à Nena, que mesmo em um ano muito conturbado, de PGE, formatura, trabalho intenso, reservou tempo e energia pra nos ver e visitar...
aos meus sogros e ao Rodrigo por nos receberem sempre com tanta fartura de sorrisos, carinho e deliciosos quitutes (hummm!)...
à super Miriam, incansável e fiel escudeira, que cuidou de nós com tanta atenção e dedicação e que ensinou muito do que aprendeu com seus quatro filhos para esta mãe de primeira viagem...
à Juliana, sócia-amiga-confidente, pela paciência nos meus momentos de "crise existencial profunda", por tornar o trabalho mais leve, as tardes cheias de riso e, claro, pelas preciosas dicas da super mãe que é...
à Cassandra e aos amigos da Mansão Foster, pela amizade e o enorme carinho, "por não desistirem de nós" (hehehe) apesar das ausências...
aos compadres Claudia, Marcelo, Renata, Marcio, Fran e Broio, pelas visitas, encontros, papos, e-mails e compreensão quando não chegamos em tempo para um certo casamento por culpa de um cachorro atrapalhado...
à T'Inez, que ajudou muito na chegada do Théo e seguiu acompanhando tudo "de pertinho", sempre atenciosa e se fazendo presente...
às primas Isabel e Fernanda que também se fizeram presentes nos e-mails, nas mensagens, na luta por um ingresso pro show da Madonna (YES!), nas roupas bacaníssimas que o Théo herdou do Gabriel (tnks!)...
às superamigas Li, Lu, Claire e Ritinha, por todos os momentos compartilhados apesar da distância e pela cumplicidade de sempre (love you, chuchu!)
às "amigaspira", que muito me fizeram rir com as histórias impagáveis dessa turma e pelo encontro memorável deste ano (foi bom demais!)...
às amigas de berço Dani, Mari e Fê, por serem infalíveis e sempre prestigiarem os eventos importantes da nossa vida...
aos amigos blogueiros, pelo carinho, pelos posts e comentários neste ano em que fui muito pouco assídua ao mundo virtual...
e a todos os amigos, familiares, compadres e colegas que de perto ou de longe fizeram de 2008 um ano inesquecível. Valeu!

Um beijo enorme em todos e em suas famílias!
Que 2009 venha cheio de boas surpresas, realizações pessoais e profissionais.

Merci beaucoup!!!
Amanda